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- Trilogia sobre a arte de dar
- Queria ter dado, mas tenho namorado
- Queria ter dado, mas ele era casado
- Mulher Alface / Mulher Rúcula / Mulher Quiabo
- Sobre 2004...
- Bon Jovi
- Bono Vox
- Sílvio Santos - Antológica
- A mãe do Spielberg
- Plantão na porta do Jassa
- Homem Satélite / Homem Mosca / Homem PF
- Anorexia
- Cor de carne ou cor de carmim?
- Tudo por ela
- Desabafo
- Ainda bem que eu não dei... mesmo!
- Manual de etiqueta para sexo casual
- Obrigada
- Quase...
- Renato Chauí
- Não Provoque, é cor de rosa shock
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- É tão bom... Paquitas forever
- Manifesto
- O importante é que emoções eu vivi
- Sobre 2005
- Eu sigo ímpar
- I Still Haven't Found What I'm Looking For
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- QUE MERDA QUE EU DEI...
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- MULHER ALFACE - CLIPE TOSCO



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Teve festa do Flávio em agosto do ano passado. Eu não pude ir porque estava em Juquehy, litoral norte de Sp, com meus pais. Esse fim de semana tem festa do Flávio de novo. Ou seja, vai fazer um ano que a palhaçada toda aconteceu. Que eu resolvi acompanhar meus pais num fim de semana que eles tinham um casamento na praia. Nada mais justo do que ir ver o mar. Passar um fim se semana gostoso. Mas choveu, fez tempo feio.
Fui com eles mesmo assim. Não para o casamento, pra praia. Nem sabia quem tava casando, pra ser sincera.
Mas meus pais insistiram bastante pra eu ir no casamento. Pessoas que eu nunca tinha visto na vida, que cruzamos na rua rapidamente, e também estavam ali para o casamento, também insistiram. Estranhamente. Porque, né, vamos combinar que só insiste para ter a sua companhia quem te conhece. Ou quem quer te apresentar alguém. E foi essa a merda. Eu não tava lá pra conhecer ninguém. Eu tenho uma pré- disposição a sair correndo a encontros arranjados. Parece coisa de mulher desesperada. E na boa, não era o caso. Mas, por mais que você não queira, as pessoas acham que você devia querer. E insistem em algo que pra mim é péssimo. Então, a minha condição aos meus pais para ir ao casamento era não inventar de me apresentar ninguém. Era um casamento judaico, onde as pessoas não podem ver uma moça judia bonita e solteira que já querem armar um encontro. Por isso a minha resistência. Mas acabei topando. Comprei uma roupa e um sapato no único shoppinzinho de lá e fui com eles. Sentamos os três numa mesa. Eu, meu pai e minha mãe. Festão. Gente bonita, rica e feliz.  Mas nada a ver comigo. Fui dançar, encontrei amigos antigos do tempo de escola. Voltei pra mesa, sentei. Passaram uns 5 minutos, chega uma mulher, senhora, com um cara mais novo, devia ser sobrinho dela, nem lembro da cara dele inclusive. Eles sentaram na nossa mesa e começaram a conversar com meus pais. Eu, distraída tomando meu drink, nem percebi quando todos levantaram e me deixaram sozinha com o cara. É, sozinha com o cara.
Aí, começou o interrogatório: “Oi, qual o seu nome? Quantos anos você tem? No que você trabalha? Você fez faculdade? De que? Quer ter filhos?” Juro, foi assim, nesse nível. Eu quase perguntei: “Quer saber pra quantos caras eu já dei também?” Eu não tava acreditando naquilo, naquela armação tosca. Como é que meu pai tinha feito aquilo comigo? Minha mãe eu sei que seria capaz, mas meu pai? E o que era aquele cara? Que precisava armar planinho pra chegar em mim através dos meus pais? Patético, juro. Peguei meu drink, pedi licença, falei que iria ao banheiro e não voltei nunca mais.
Nada contra blind dates e afins. Mas se as duas pessoas quiserem. Não dá pra dar essa forçada de barra. O cara precisa ser homem o suficiente pra tentar conhecer uma mulher por mérito próprio. Por mais tímido que seja. Eu teria conversado numa boa se ele tivesse chegado com educação em outras circunstâncias. Se um cara precisa armar com a tia pra tentar chegar numa garota, sorry, tem alguma coisa errada.

Meu namorado é um cara bem tímido, beem na dele, coisa que eu adoro. Mas, quando a gente saiu a primeira vez, ele, que não tinha intimidade pra isso, me ligou do nada e me convidou pra jantar. Viu um desabafo meu no Facebook, dizendo que eu tava de saco cheio de nego querendo tirar casquinha. (“Ou me namora ou vaza”). Aí, me ligou. Sim, éramos colegas de profissão, por isso ele tinha meu telefone. Ainda perguntou na lata se eu namoraria um cara mais velho. Fiquei surpresa, mas respondi que sim, lógico, eu só não namoraria caras babacas. O mínimo que eu poderia fazer seria pagar pra ver e sair com ele. Estamos juntos até hoje.
Porque existe uma sutil diferença entre ser tímido e ser cuzão. Né?

Então Flávio querido, me desculpa, de novo não vou poder ir na sua festa. Meu namorado está trabalhando fora de SP e eu vou passar o fim de semana com ele. Tá? Bjs e divirtam-se.

 



Escrito por Dani Mel às 19h11
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