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Textos e Poesias:
- Perfil
- Trilogia sobre a arte de dar
- Queria ter dado, mas tenho namorado
- Queria ter dado, mas ele era casado
- Mulher Alface / Mulher Rúcula / Mulher Quiabo
- Sobre 2004...
- Bon Jovi
- Bono Vox
- Sílvio Santos - Antológica
- A mãe do Spielberg
- Plantão na porta do Jassa
- Homem Satélite / Homem Mosca / Homem PF
- Anorexia
- Cor de carne ou cor de carmim?
- Tudo por ela
- Desabafo
- Ainda bem que eu não dei... mesmo!
- Manual de etiqueta para sexo casual
- Obrigada
- Quase...
- Renato Chauí
- Não Provoque, é cor de rosa shock
- Tocar o sonho...
- É tão bom... Paquitas forever
- Manifesto
- O importante é que emoções eu vivi
- Sobre 2005
- Eu sigo ímpar
- I Still Haven't Found What I'm Looking For
- Ah, Noronha!
- Rádio FX
- Querido Brad
- QUE MERDA QUE EU DEI...
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OS CARAS QUE EU AMO Não me importa se são casados, feios, estranhos, ogros. Vou amar do mesmo jeito (questão sexual não envolvida, está além disso).
Escrito por Dani Mel
às 01h08 |
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Dia desses, numa mesa de bar com uns amigos, recebi esse desenho. O garçom falou que mandaram me entregar. Virou o assunto da mesa. Quem seria essa pessoa que ficou me observando tanto tempo sem que eu ao menos percebesse? O garçom regulou a informação, mas acabou cedendo. Era um cara gatinho que estava com dois amigos na mesa ao lado. Sabe o que acontece? As coisas estão muito loucas hoje em dia. As pessoas não conseguem desvincular carinho de sexo. Querem tudo ao mesmo tempo agora. Não curtem pequenos momentos, a conquista, as risadas, o abraço. Uma pena... Porque é o caminho natural. Um leva ao outro. Tudo tem seu tempo. Não, não liguei pro cara do bar... Preferi guardar a lembrança dele assim, num guardanapo de papel. Se o conhecesse, talvez quebrasse a história. Nunca vou saber. Dessa vez não quis pagar pra ver. Quis guardar a história assim. E tá tudo certo. Bjos.
Escrito por Dani Mel
às 16h48 |
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Acordei morrendo de saudade dele esses dias. Eu e minha amiga Marcinha, na época da escola, com 13,14 anos, pegávamos as letras e íamos descobrindo cada canção, cada verso. Não tem preço que pague isso.
Mr Plant e Mr Page, deixando o palco depois de um show absurdamente inesquecível. HOLLYWOOD ROCK, 1999
Keith, antes de cair do coqueiro...
Axl, Rock in Rio 3, piscina do Copacabana Palace Jon na escada de casa...Uhuuu!!!
Escrito por Dani Mel
às 19h11 |
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Essas são as minhas sobrinhas, Clara e Bruna. Clara mora no Japão, Bruna no Brasil. Tenho mais duas. São 4 sobrinhas no total, 4 meninas. As outras duas são bebês. Eu, lógico, sou a tia louca... Que tem mala rosa, adora a Hello Kitty, e leva no Parque da Xuxa... Amo essas meninas. E é com elas e minha família que vou sumir do mapa amanhã, por uma semana.... Vou ver o mar, ler meus livros e ficar com as crianças. No momento, isso é tudo que eu preciso. Cheers!!! Escrito por Dani Mel
às 02h15 |
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Absolutamente solta no mundo. Me sinto assim. Volúvel. Me apaixono, desapaixono, dou a cara a tapa, me jogo. Ultimamente tenho me questionado a respeito de muitas coisas que faço sem ter certeza se gosto. Então resolvi fazer algumas que tenho certeza que me fazem bem. A música é uma delas. Quando eu era pequena e me perguntavam o que eu ia ser quando crescesse eu falava cantora. Sempre. Sem pestanejar. Não que eu tenha uma puta voz, mas acho que escrevo coisas legais. E gosto de cantar. Canto de olhos fechados. Então, no meio de propostas surreais que venho recebendo ultimamente, resolvi fazer o que realmente gosto. Porque se é pra fazer algo sem muita grana, ou é pra algum amigo meu, e faço com o maior prazer, ou é porque estou muito afim. E, no momento, eu sou muito afim de música. E estava perdendo isso, no meio dessa vida louca. Quando eu tinha 12 anos, fiz bat-mitzva, uma espécie de primeira comunhão da religião judaica. É uma cerimônia linda, que reúne umas 25 meninas, com música e rezas. Lembro que encanei que queria cantar o “Shmá Israel”, uma das rezas/músicas mais importantes da cerimônia. Fui pedir para a professora (morá Sima). Ela falou: “Olha, temos que fazer o teste de voz antes”. Na semana seguinte, rolou o tal teste de voz. Tínhamos que cantar um pedacinho de uma música e, de acordo com o resultado, recebíamos uma nota: R – regular, B – bom, O – ótimo.
No bat-mitzva
Ensaio à caráter de Mulher Alface... Showtime!
Escrito por Dani Mel
às 02h56 |
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Eu queria ser muito mais do que sou. Sempre fui muito medrosa, muito certinha. Na escola sempre fui boa aluna, meio CDF, quieta, boas notas. E morria de medo de cachorro. Não sei se isso é de educação ou caráter. Fui me descobrindo aos poucos. Queria quebrar mais tabus, encher mais a cara, ser menos política. Queria ir mais a fundo nas coisas. Viajei o mundo, trabalhei na TV, no rádio, namorei, não casei, gravei 2 discos. Mas não, ainda não cheguei onde quero chegar. Nem perto. Tenho essa sensação. Em todos os sentidos. Acho que estou melhorando. Aprendi a falar não sem medo. A encarar a solidão na boa. A gostar dela até. Queria ser mais inconseqüente, ter menos medo. A ir até o fim quando me propuser a fazer alguma coisa. Estou orgulhosa porque voltei a estudar violão. Comprei um novo, lindo, preto, elétrico. Arrumei um professor, tive a primeira aula. Estudei para a próxima, e estou ansiosa para mostrar ao professor como evoluí. Parece coisa de criança... Perdi a preguiça de fazer pestana e vou começar a tocar nos shows além de cantar. A gente fala durante tanto tempo que quer fazer alguma coisa, mudar algo, e não faz nada. Fica ali... O tempo passando e nada. Sabe há quanto tempo falo que quero voltar pro violão? Bastante... É impressionante como pequenas coisas podem significar tanto. É meio simbólico isso. Essa volta ao que não foi concluído. A outra coisa que eu quero aprender é “krav magá”, a técnica de defesa pessoal do exército israelense. Já entrei no site, achei um lugar perto de casa, perguntei se posso assistir a uma aula, falaram que sim e... nada. Não fui até hoje. Há sempre um motivo para o embaço. A preguiça, o medo do novo, sei lá. É tão bom quando a gente consegue vencer isso. Tenho quebrado essa barreira com pessoas também. Enjoei dos amigos de sempre e fui em busca do novo. Tenho tido tantas surpresas, conhecido tanta gente legal. Porque se deixar, não saio de casa, fico lendo, vendo filme, escrevendo. No cômodo, no certo, no quente. Tô perdendo a preguiça de me encantar de novo pelas pessoas, de me apaixonar e quebrar a cara, me decepcionar, ter vontade do novo. Perdendo o medo da ressaca, o medo de ir embora, da dor de garganta no dia seguinte, de dizer que quero, de dizer que não quero, dos meus pais descobrirem, de tirar zero na prova, de levar bronca do professor, sabe? Têm umas coisas que estão tão enraizadas, que precisamos ir lá no fundo buscá-las pra resolver. E podermos nos libertar. Afinal de contas, o que é viver? Aliás, sabe como eu perdi o medo de cachorro? Tive um. Um não, dois. Primeiro um cocker spaniel, o “Scooby Doo” e depois uma pit bull, a “Aloha”. Bjs, boa semana!!
Parece o Scooby...
E a Aloha
E o violão (novo)...
Escrito por Dani Mel
às 19h04 |
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Fui morar sozinha com vinte e poucos anos… Morei 5 anos numa casinha de vila na Vila Mariana. Com uma grande amiga e uma pit bull linda, Aloha. Meus pais não entendiam pra que e por que eu precisava sair de casa se tinha tudo na casa deles. Quase tudo. Me faltava liberdade pra chorar, paz de espírito para extravasar a alma. Era hora de crescer. Ela ainda morou comigo uns meses pra não me deixar na mão, até dar tempo de eu ver o que faria e para onde iria. Agora, mais leve, voltei a sair, beber, encontrar os amigos. E sempre, em algum momento, o céu me chama lá fora. No último domingo caiu uma tempestade na cidade. Fui fechar a janela ganhei de presente um belíssimo por do sol. Só pra me lembrar como a vida pode ser bela e triste. E aqui ainda nem tem porta retrato...
Escrito por Dani Mel
às 14h33 |
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“Vamos tomar uma breja dia desses?” Teve um outro que me convidou pra viajar, mas queria que eu pagasse as passagens. Até me deu o telefone do seu agente de viagens, olha só... Cheers!
Escrito por Dani Mel
às 23h14 |
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Você já pensou em enfiar uma faca em alguém? Em como deve ser a sensação de enfiar a faca em alguém? Eu já. E penso nisso até hoje... Naquela viagem nasceu a semente da minha amizade eterna com a minha irmã. Apesar de algumas brigas, vivemos juntas histórias memoráveis. Caímos da moto na Grécia, dormimos nos roofs (telhados a céu aberto) dos navios, comemos “space cake” em Amsterdam, ficamos muito loucas e achamos que íamos morrer, ficamos nos mais fuleiros albergues e conhecemos muita gente legal. Encerramos a viagem na Grécia, com um passe que nos dava direito a 5 ilhas em 2 semanas. Você pode imaginar o que era estar num lugar mágico como a Grécia com gente do mundo inteiro para 2 garotas de 18 e 20 anos?? Foi incrível, memorável...
Escrito por Dani Mel
às 01h20 |
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O que me encanta é a imperfeição. Dentes tortos, barriga de chopp, marcas no rosto, futebol com os amigos, tá tudo certo. Paguei e pago pra ver até hoje o que me encanta, o que instiga, o que me inspira. Um sorriso, uma declaração assumidamente esfarrapada, uma verdade no meio de tanta trapalhada. Eu acredito que sempre pode haver algo interessante em alguém. E quando eu acredito, vou lá ver. Às vezes me arrependo, mas na maioria das vezes não. É sempre uma história a mais, geralmente interessante e surreal. Aí eu ainda ouço que aqui no blog eu me exponho demais. Fiquei pensando sabe o quê? Que o traço em comum entre as pessoas que vieram me falar isso é que são todas come-quietas. TODAS. A real é que quem mais julga, mais apronta. Quem mais se faz de santo, mais faz merda. Respeito quem quer ficar na sua e se preservar, mas não venham dar de bons moços pra cima de mim. Tudo aqui é escrito com verdade, vontade e sentimento. Nada é escondido. Todo mundo passa por roubadas e faz cagada na vida. Escrevo porque sei que tem um monte de gente que se identifica. E não vou deixar de escrever. Não vou deixar de ser quem eu sou porque alguém ficou incomodado. Sério. Se você acredita que sou mais uma loira gostosa roqueira que tem um blog, sorry, tá muito longe de saber a verdade. Às vezes é preciso ultrapassar a barreira, bancar uma história.
Escrito por Dani Mel
às 20h08 |
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GOD GAVE ROCK AND ROLL TO YOU… O MELHOR show dos últimos tempos!!!!
Escrito por Dani Mel
às 10h10 |
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Você acha que o cara é amigo do seu amigo e vai te respeitar. Estão saindo de um bar. 3 da manhã. Você oferece uma carona. Ele está à pé, mora na esquina da sua casa e você simplesmente quer ser gentil. O cara se convida para ir beber algo na sua casa. Você diz que não, educadamente. Ele finge que não ouve e pergunta de novo se não tem algo alcoólico pra GENTE beber na MINHA casa. Digo que não, dessa vez firme, quase grossa. Ele ainda força a barra. Sério que ainda existe gente assim? Preguiiiiiiça..... Olhem só onde estarei amanhã!!!! http://www.trash80s.com.br/blog/2009/03/dani-mel-comandara-as-picapes-da-vo/
(entrevistando as Paquitas na Rede TV!)
Escrito por Dani Mel
às 13h14 |
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Por carência, me envolvi numa furada. Aí fui assistir “O Lutador” (The Wrestler) com o Mickey Rourke.
Escrito por Dani Mel
às 17h52 |
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A cabeça comanda. Tudo. Esses dias fui fazer uma endoscopia. A dor no estômago era forte. Mudando de assunto, terminei de ler “Comer, Rezar, Amar”, esse livro que já vendeu mais de 4 milhões no mundo, em que, resumindo muito, a protagonista sai pelo mundo numa viagem espiritual. Achei tãão chato...Arrastado, achei ela chata, falando horas sobre técnicas de meditação e sobre seu divórcio. Valeu a pena ter lido o livro, tem alguns momentos legais, lógico que dá vontade de sair viajando por aí...Mas no final, tipo nota 7. Gostei, mas não amei, não achei nada demais. Nem quis ficar amiga da protagonista... (geralmente isso acontece quando eu adoro uma história). Li também “A segunda vez que te conheci”, do Marcelo Rubens Paiva, que eu adoro, que resumindo muito também, conta a história de um jornalista que acaba virando cafetão. Ótimo. Mais do que a história, o legal do Marcelo é a linguagem, o jeito como ele escreve, objetivo, irônico, cru, engraçado. Foi por causa de um livro dele, “Feliz Ano Velho”que realmente comecei a gostar de ler. Adoro ele e o Marçal Aquino, que escreveu "Eu receberia as piores notícias dos teus lindos lábios", parece um roteiro de cinema pronto. Cinema: “O Curioso caso de Benjamim Button”, alguém já viu? Um filme que eu quase dormi : “Foi apenas um sonho”, com Kate Winslet e Leonardo di Caprio. Sabe filme para ator, com uma pretensão gigante de ser cool? Achei um saco. Os atores, ótimos, mas o filme chato. Muita DR (discussão de relacionamento). Se já é chato no dia a dia, imagina no cinema... Sugestões??
Brad 1
Brad 2 Escrito por Dani Mel
às 09h53 |
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2008 foi um ano de muitas sementes plantadas, experiências vividas, algumas realizações, porradas, frustrações, enganos, mas decididamente, um grande aprendizado. Passei a virada no Rio, apesar de muitos amigos queridos estarem em São Paulo. É que pra mim, é inconcebível não pisar na areia nem sentir o mar no ano novo. Preciso lavar a alma, deixar o mar levar embora a energia acumulada e zerar. O Rio continua lindo, mas estava muuuito cheio. Os fogos em Copacabana estavam bonitos, mas nada de muito especial. Muita gente, muitos gringos, malandros, bêbados, turistas, socialites. Uma energia muito misturada. A simpatia do carioca é diretamente proporcional à malandragem. Imaginem vocês que para deixar o carro num estacionamento qualquer de Copacabana na noite do reveillon, o preço era de 150 reais. Sem negociação. Sem noção... Depois de uma semana incrível com meu irmão, sobrinha e amigos num AP em Copacabana, resolvi ir com meu melhor amigo Joe para um albergue em Ipanema. Sim, um albergue em Ipanema, a uma quadra na praia. O lugar é lindo, uma casa ampla, uma delícia. Eu tinha me esquecido de como era um albergue... Quartos coletivos, super limpos, com gente roncando e chegando no meio da madrugada, fazendo barulho e acendendo a luz. OK, espírito esportivo, ou melhor, aventureiro. As pessoas que estavam ali, eram gringas na sua maioria: australianos, canadenses, ingleses, argentinos. Alguns bem legais, outros bem malas. Às vezes, era só descobrirem que eu era brasileira e falava inglês para pedir ajuda para comprar máquina fotográfica, dicas de turismo (que praias deveriam conhecer em Florianópolis ou Parati) ou perguntar o que pra fazer em São Paulo. O caso é que eu estava de férias. Queria ir do albergue para a praia e da praia para o albergue. Ler meus livros, ouvir música e pensar na vida, ou não pensar em nada. Sem interagir, ou interagir bem pouco, com quem realmente valesse a pena. E lá vinham eles interromper meus momentos de música e paz, se convidavam para sentar, e começavam a puxar conversa. Eu sei que numa viagem, ainda mais de mochila, o espírito é esse, mas acho que, cada vez menos, as pessoas não sabem ficar sozinhas. Ou não querem. Tem medo de se conhecer. Essa carência me assusta, e às vezes me irrita. Não quero ser um bicho do mato e não ter relação com as pessoas, mas eu acho que amizades acontecem, não se forçam. Lembro que na Índia, há uns 2 anos, viajei quase um mês sozinha porque simplesmente não conheci ninguém. E olha que ficava em lugares (albergues, guest houses) com gente do mundo inteiro. Mas não aconteceu de ficar amiga de alguém. Acho uma forçação chegar em alguém e falar “Oi, estou sozinha aqui, posso ficar com vocês?” Ora, se o universo não se encarregou de fazer você trombar em alguém enquanto esperava um trem para algum lugar, é por algum motivo. Se conheça, se vire, se cuide, se goste. Quando você menos esperar, e do jeito que você menos esperar, vai conhecer gente bacana. O que eu sinto às vezes é uma ansiedade acima do normal, uma pressa de ficar super amigo super rápido. Cria-se uma intimidade que não existe, é falsa. Incomoda. Tudo é muito superficial, um desperdício de energia. As pessoas podiam respeitar quando você não está afim de conversa, está com um fone no ouvido, por exemplo, ou lendo um livro. Chega um ponto que o desespero é tanto que nem isso elas respeitam. Interrompem sem ao menos sentir o que há do outro lado. Lógico que existem exceções, momentos, lugares, encontros. Mas os dois lados tem que estar abertos a isso. Aí acontece. E é incrível!!! Amizade, paixão, sintonia, verdade, vontade. A paz não está nos outros, está em você. FELIZ 2009!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Continua lindo.... Copacabana 2009 AMO!!! Bubú, Sé (sobrinha e irmão) e as rosas para o mar... No albergue: desacreditando nos trajes Momento de interação no albergue com Joe na praia Ê, vida mais ou menos.... FELIZ 2009!!!!!!!!!!!!!!! Amor, verdade e sintonia, sempre!!! Escrito por Dani Mel
às 19h57 |