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Textos e Poesias:
- Perfil
- Trilogia sobre a arte de dar
- Queria ter dado, mas tenho namorado
- Queria ter dado, mas ele era casado
- Mulher Alface / Mulher Rúcula / Mulher Quiabo
- Sobre 2004...
- Bon Jovi
- Bono Vox
- Sílvio Santos - Antológica
- A mãe do Spielberg
- Plantão na porta do Jassa
- Homem Satélite / Homem Mosca / Homem PF
- Anorexia
- Cor de carne ou cor de carmim?
- Tudo por ela
- Desabafo
- Ainda bem que eu não dei... mesmo!
- Manual de etiqueta para sexo casual
- Obrigada
- Quase...
- Renato Chauí
- Não Provoque, é cor de rosa shock
- Tocar o sonho...
- É tão bom... Paquitas forever
- Manifesto
- O importante é que emoções eu vivi
- Sobre 2005
- Eu sigo ímpar
- I Still Haven't Found What I'm Looking For
- Ah, Noronha!
- Rádio FX
- Querido Brad
- QUE MERDA QUE EU DEI...
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INVEJA OU PENA? Esses dias, numa balada, encontrei um amigo de quem gosto muito. Ele é casado, apaixonado pela mulher.
Novo casal lá de casa: Yoda e Ariel...
Escrito por Dani Mel
às 18h47 |
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Gente, esse blog sempre me surpreende. Do nada, pessoas que eu jamais imaginava, vem me contar que passam por aqui e gostam do que lêem, se identificam, acham engraçado. Isso é tão legal... Sei que deveria escrever mais, vir mais, desabafar mais. É o que eu vou tentar fazer. Porque vontade não falta e as coisas não param de acontecer... No último mês: tendinite no ombro direito, taquicardia, falta de ar, cardiologista. princípio de Síndrome do Pânico. “Como assim? Eu?” Enfim, sempre aconteceram coisas muito fortes quando estive lá. Poderia não acontecer nada dessa vez. Mas sempre acontece... Depois que conheci Tânia, voltei para lá algumas vezes: quando ela ficou grávida, quando nasceu o filho dela (o Brayner - o pai do moleque achou a palavra “brainy” no dicionário, achou lindo que o significado que vem de cérebro, inteligente, tirou o y e colocou um er no final...), quando o moleque fez 5 anos e a gente brigava pela TV( ele queria ver desenho e eu novela), e agora, com o menino com 10 anos. Ela me pediu um skate para o Brayner, com rodinhas de silicone, pra ele andar na BR de Noronha. Que eu fui mandar fazer lá na Galeria do rock, aqui em SP, na 24 de Maio. Eu tava curiosa pra ver como estava o moleque que brigava comigo por causa da TV quando tinha 5 anos. E quer saber? Tá esperto pra caralho. Foi meu melhor guia e melhor companhia na ilha. Tá surfista, educado, malaco, moleque, ouvindo Linkin Park e arrasando no “Guitar Hero”. E criança.... Em Noronha, comecei a comer peixe. Nunca gostei. E dessa vez experimentei. E gostei. Do peixe, do lugar, do momento, das pessoas. Passou tudo. O ombro, a taquicardia, a ansiedade. Zerei. Achei que o fim de ano seria uma paz.... Pra quê? O Sol se pondo no mar...
Tânia com Brayner bebê...
Com 5 anos...
Com Tânia, desde sempre...
Brayner, com 5 anos... Com 10 anos... Meu guia mirim Praia do Sancho Reencontro again and again... Carimbo na alma Baía dos Porcos... O lugar mais sagrado da ilha O dia que a galega comeu peixe pela primeira vez na vida.... Num luau à luz de velas e da Lua lá na Conceição Cheers!!!
Escrito por Dani Mel
às 18h10 |
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OS CARAS QUE EU AMO Não me importa se são casados, feios, estranhos, ogros. Vou amar do mesmo jeito (questão sexual não envolvida, está além disso).
Escrito por Dani Mel
às 01h08 |
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Dia desses, numa mesa de bar com uns amigos, recebi esse desenho. O garçom falou que mandaram me entregar. Virou o assunto da mesa. Quem seria essa pessoa que ficou me observando tanto tempo sem que eu ao menos percebesse? O garçom regulou a informação, mas acabou cedendo. Era um cara gatinho que estava com dois amigos na mesa ao lado. Sabe o que acontece? As coisas estão muito loucas hoje em dia. As pessoas não conseguem desvincular carinho de sexo. Querem tudo ao mesmo tempo agora. Não curtem pequenos momentos, a conquista, as risadas, o abraço. Uma pena... Porque é o caminho natural. Um leva ao outro. Tudo tem seu tempo. Não, não liguei pro cara do bar... Preferi guardar a lembrança dele assim, num guardanapo de papel. Se o conhecesse, talvez quebrasse a história. Nunca vou saber. Dessa vez não quis pagar pra ver. Quis guardar a história assim. E tá tudo certo. Bjos.
Escrito por Dani Mel
às 16h48 |
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Acordei morrendo de saudade dele esses dias. Eu e minha amiga Marcinha, na época da escola, com 13,14 anos, pegávamos as letras e íamos descobrindo cada canção, cada verso. Não tem preço que pague isso.
Mr Plant e Mr Page, deixando o palco depois de um show absurdamente inesquecível. HOLLYWOOD ROCK, 1999
Keith, antes de cair do coqueiro...
Axl, Rock in Rio 3, piscina do Copacabana Palace Jon na escada de casa...Uhuuu!!!
Escrito por Dani Mel
às 19h11 |
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Essas são as minhas sobrinhas, Clara e Bruna. Clara mora no Japão, Bruna no Brasil. Tenho mais duas. São 4 sobrinhas no total, 4 meninas. As outras duas são bebês. Eu, lógico, sou a tia louca... Que tem mala rosa, adora a Hello Kitty, e leva no Parque da Xuxa... Amo essas meninas. E é com elas e minha família que vou sumir do mapa amanhã, por uma semana.... Vou ver o mar, ler meus livros e ficar com as crianças. No momento, isso é tudo que eu preciso. Cheers!!! Escrito por Dani Mel
às 02h15 |
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Absolutamente solta no mundo. Me sinto assim. Volúvel. Me apaixono, desapaixono, dou a cara a tapa, me jogo. Ultimamente tenho me questionado a respeito de muitas coisas que faço sem ter certeza se gosto. Então resolvi fazer algumas que tenho certeza que me fazem bem. A música é uma delas. Quando eu era pequena e me perguntavam o que eu ia ser quando crescesse eu falava cantora. Sempre. Sem pestanejar. Não que eu tenha uma puta voz, mas acho que escrevo coisas legais. E gosto de cantar. Canto de olhos fechados. Então, no meio de propostas surreais que venho recebendo ultimamente, resolvi fazer o que realmente gosto. Porque se é pra fazer algo sem muita grana, ou é pra algum amigo meu, e faço com o maior prazer, ou é porque estou muito afim. E, no momento, eu sou muito afim de música. E estava perdendo isso, no meio dessa vida louca. Quando eu tinha 12 anos, fiz bat-mitzva, uma espécie de primeira comunhão da religião judaica. É uma cerimônia linda, que reúne umas 25 meninas, com música e rezas. Lembro que encanei que queria cantar o “Shmá Israel”, uma das rezas/músicas mais importantes da cerimônia. Fui pedir para a professora (morá Sima). Ela falou: “Olha, temos que fazer o teste de voz antes”. Na semana seguinte, rolou o tal teste de voz. Tínhamos que cantar um pedacinho de uma música e, de acordo com o resultado, recebíamos uma nota: R – regular, B – bom, O – ótimo.
No bat-mitzva
Ensaio à caráter de Mulher Alface... Showtime!
Escrito por Dani Mel
às 02h56 |
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Eu queria ser muito mais do que sou. Sempre fui muito medrosa, muito certinha. Na escola sempre fui boa aluna, meio CDF, quieta, boas notas. E morria de medo de cachorro. Não sei se isso é de educação ou caráter. Fui me descobrindo aos poucos. Queria quebrar mais tabus, encher mais a cara, ser menos política. Queria ir mais a fundo nas coisas. Viajei o mundo, trabalhei na TV, no rádio, namorei, não casei, gravei 2 discos. Mas não, ainda não cheguei onde quero chegar. Nem perto. Tenho essa sensação. Em todos os sentidos. Acho que estou melhorando. Aprendi a falar não sem medo. A encarar a solidão na boa. A gostar dela até. Queria ser mais inconseqüente, ter menos medo. A ir até o fim quando me propuser a fazer alguma coisa. Estou orgulhosa porque voltei a estudar violão. Comprei um novo, lindo, preto, elétrico. Arrumei um professor, tive a primeira aula. Estudei para a próxima, e estou ansiosa para mostrar ao professor como evoluí. Parece coisa de criança... Perdi a preguiça de fazer pestana e vou começar a tocar nos shows além de cantar. A gente fala durante tanto tempo que quer fazer alguma coisa, mudar algo, e não faz nada. Fica ali... O tempo passando e nada. Sabe há quanto tempo falo que quero voltar pro violão? Bastante... É impressionante como pequenas coisas podem significar tanto. É meio simbólico isso. Essa volta ao que não foi concluído. A outra coisa que eu quero aprender é “krav magá”, a técnica de defesa pessoal do exército israelense. Já entrei no site, achei um lugar perto de casa, perguntei se posso assistir a uma aula, falaram que sim e... nada. Não fui até hoje. Há sempre um motivo para o embaço. A preguiça, o medo do novo, sei lá. É tão bom quando a gente consegue vencer isso. Tenho quebrado essa barreira com pessoas também. Enjoei dos amigos de sempre e fui em busca do novo. Tenho tido tantas surpresas, conhecido tanta gente legal. Porque se deixar, não saio de casa, fico lendo, vendo filme, escrevendo. No cômodo, no certo, no quente. Tô perdendo a preguiça de me encantar de novo pelas pessoas, de me apaixonar e quebrar a cara, me decepcionar, ter vontade do novo. Perdendo o medo da ressaca, o medo de ir embora, da dor de garganta no dia seguinte, de dizer que quero, de dizer que não quero, dos meus pais descobrirem, de tirar zero na prova, de levar bronca do professor, sabe? Têm umas coisas que estão tão enraizadas, que precisamos ir lá no fundo buscá-las pra resolver. E podermos nos libertar. Afinal de contas, o que é viver? Aliás, sabe como eu perdi o medo de cachorro? Tive um. Um não, dois. Primeiro um cocker spaniel, o “Scooby Doo” e depois uma pit bull, a “Aloha”. Bjs, boa semana!!
Parece o Scooby...
E a Aloha
E o violão (novo)...
Escrito por Dani Mel
às 19h04 |
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Fui morar sozinha com vinte e poucos anos… Morei 5 anos numa casinha de vila na Vila Mariana. Com uma grande amiga e uma pit bull linda, Aloha. Meus pais não entendiam pra que e por que eu precisava sair de casa se tinha tudo na casa deles. Quase tudo. Me faltava liberdade pra chorar, paz de espírito para extravasar a alma. Era hora de crescer. Ela ainda morou comigo uns meses pra não me deixar na mão, até dar tempo de eu ver o que faria e para onde iria. Agora, mais leve, voltei a sair, beber, encontrar os amigos. E sempre, em algum momento, o céu me chama lá fora. No último domingo caiu uma tempestade na cidade. Fui fechar a janela ganhei de presente um belíssimo por do sol. Só pra me lembrar como a vida pode ser bela e triste. E aqui ainda nem tem porta retrato...
Escrito por Dani Mel
às 14h33 |
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“Vamos tomar uma breja dia desses?” Teve um outro que me convidou pra viajar, mas queria que eu pagasse as passagens. Até me deu o telefone do seu agente de viagens, olha só... Cheers!
Escrito por Dani Mel
às 23h14 |
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Você já pensou em enfiar uma faca em alguém? Em como deve ser a sensação de enfiar a faca em alguém? Eu já. E penso nisso até hoje... Naquela viagem nasceu a semente da minha amizade eterna com a minha irmã. Apesar de algumas brigas, vivemos juntas histórias memoráveis. Caímos da moto na Grécia, dormimos nos roofs (telhados a céu aberto) dos navios, comemos “space cake” em Amsterdam, ficamos muito loucas e achamos que íamos morrer, ficamos nos mais fuleiros albergues e conhecemos muita gente legal. Encerramos a viagem na Grécia, com um passe que nos dava direito a 5 ilhas em 2 semanas. Você pode imaginar o que era estar num lugar mágico como a Grécia com gente do mundo inteiro para 2 garotas de 18 e 20 anos?? Foi incrível, memorável...
Escrito por Dani Mel
às 01h20 |
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O que me encanta é a imperfeição. Dentes tortos, barriga de chopp, marcas no rosto, futebol com os amigos, tá tudo certo. Paguei e pago pra ver até hoje o que me encanta, o que instiga, o que me inspira. Um sorriso, uma declaração assumidamente esfarrapada, uma verdade no meio de tanta trapalhada. Eu acredito que sempre pode haver algo interessante em alguém. E quando eu acredito, vou lá ver. Às vezes me arrependo, mas na maioria das vezes não. É sempre uma história a mais, geralmente interessante e surreal. Aí eu ainda ouço que aqui no blog eu me exponho demais. Fiquei pensando sabe o quê? Que o traço em comum entre as pessoas que vieram me falar isso é que são todas come-quietas. TODAS. A real é que quem mais julga, mais apronta. Quem mais se faz de santo, mais faz merda. Respeito quem quer ficar na sua e se preservar, mas não venham dar de bons moços pra cima de mim. Tudo aqui é escrito com verdade, vontade e sentimento. Nada é escondido. Todo mundo passa por roubadas e faz cagada na vida. Escrevo porque sei que tem um monte de gente que se identifica. E não vou deixar de escrever. Não vou deixar de ser quem eu sou porque alguém ficou incomodado. Sério. Se você acredita que sou mais uma loira gostosa roqueira que tem um blog, sorry, tá muito longe de saber a verdade. Às vezes é preciso ultrapassar a barreira, bancar uma história.
Escrito por Dani Mel
às 20h08 |
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GOD GAVE ROCK AND ROLL TO YOU… O MELHOR show dos últimos tempos!!!!
Escrito por Dani Mel
às 10h10 |
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Você acha que o cara é amigo do seu amigo e vai te respeitar. Estão saindo de um bar. 3 da manhã. Você oferece uma carona. Ele está à pé, mora na esquina da sua casa e você simplesmente quer ser gentil. O cara se convida para ir beber algo na sua casa. Você diz que não, educadamente. Ele finge que não ouve e pergunta de novo se não tem algo alcoólico pra GENTE beber na MINHA casa. Digo que não, dessa vez firme, quase grossa. Ele ainda força a barra. Sério que ainda existe gente assim? Preguiiiiiiça..... Olhem só onde estarei amanhã!!!! http://www.trash80s.com.br/blog/2009/03/dani-mel-comandara-as-picapes-da-vo/
(entrevistando as Paquitas na Rede TV!)
Escrito por Dani Mel
às 13h14 |
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Por carência, me envolvi numa furada. Aí fui assistir “O Lutador” (The Wrestler) com o Mickey Rourke.
Escrito por Dani Mel
às 17h52 |