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Textos e Poesias:
- Perfil
- Trilogia sobre a arte de dar
- Queria ter dado, mas tenho namorado
- Queria ter dado, mas ele era casado
- Mulher Alface / Mulher Rúcula / Mulher Quiabo
- Sobre 2004...
- Bon Jovi
- Bono Vox
- Sílvio Santos - Antológica
- A mãe do Spielberg
- Plantão na porta do Jassa
- Homem Satélite / Homem Mosca / Homem PF
- Anorexia
- Cor de carne ou cor de carmim?
- Tudo por ela
- Desabafo
- Ainda bem que eu não dei... mesmo!
- Manual de etiqueta para sexo casual
- Obrigada
- Quase...
- Renato Chauí
- Não Provoque, é cor de rosa shock
- Tocar o sonho...
- É tão bom... Paquitas forever
- Manifesto
- O importante é que emoções eu vivi
- Sobre 2005
- Eu sigo ímpar
- I Still Haven't Found What I'm Looking For
- Ah, Noronha!
- Rádio FX
- Querido Brad
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Eu queria ser muito mais do que sou. Sempre fui muito medrosa, muito certinha. Na escola sempre fui boa aluna, meio CDF, quieta, boas notas. E morria de medo de cachorro. Não sei se isso é de educação ou caráter. Fui me descobrindo aos poucos. Queria quebrar mais tabus, encher mais a cara, ser menos política. Queria ir mais a fundo nas coisas. Viajei o mundo, trabalhei na TV, no rádio, namorei, não casei, gravei 2 discos. Mas não, ainda não cheguei onde quero chegar. Nem perto. Tenho essa sensação. Em todos os sentidos. Acho que estou melhorando. Aprendi a falar não sem medo. A encarar a solidão na boa. A gostar dela até. Queria ser mais inconseqüente, ter menos medo. A ir até o fim quando me propuser a fazer alguma coisa. Estou orgulhosa porque voltei a estudar violão. Comprei um novo, lindo, preto, elétrico. Arrumei um professor, tive a primeira aula. Estudei para a próxima, e estou ansiosa para mostrar ao professor como evoluí. Parece coisa de criança... Perdi a preguiça de fazer pestana e vou começar a tocar nos shows além de cantar. A gente fala durante tanto tempo que quer fazer alguma coisa, mudar algo, e não faz nada. Fica ali... O tempo passando e nada. Sabe há quanto tempo falo que quero voltar pro violão? Bastante... É impressionante como pequenas coisas podem significar tanto. É meio simbólico isso. Essa volta ao que não foi concluído. A outra coisa que eu quero aprender é “krav magá”, a técnica de defesa pessoal do exército israelense. Já entrei no site, achei um lugar perto de casa, perguntei se posso assistir a uma aula, falaram que sim e... nada. Não fui até hoje. Há sempre um motivo para o embaço. A preguiça, o medo do novo, sei lá. É tão bom quando a gente consegue vencer isso. Tenho quebrado essa barreira com pessoas também. Enjoei dos amigos de sempre e fui em busca do novo. Tenho tido tantas surpresas, conhecido tanta gente legal. Porque se deixar, não saio de casa, fico lendo, vendo filme, escrevendo. No cômodo, no certo, no quente. Tô perdendo a preguiça de me encantar de novo pelas pessoas, de me apaixonar e quebrar a cara, me decepcionar, ter vontade do novo. Perdendo o medo da ressaca, o medo de ir embora, da dor de garganta no dia seguinte, de dizer que quero, de dizer que não quero, dos meus pais descobrirem, de tirar zero na prova, de levar bronca do professor, sabe? Têm umas coisas que estão tão enraizadas, que precisamos ir lá no fundo buscá-las pra resolver. E podermos nos libertar. Afinal de contas, o que é viver? Aliás, sabe como eu perdi o medo de cachorro? Tive um. Um não, dois. Primeiro um cocker spaniel, o “Scooby Doo” e depois uma pit bull, a “Aloha”. Bjs, boa semana!!
Parece o Scooby...
E a Aloha
E o violão (novo)...
Escrito por Dani Mel
às 19h04 |
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Fui morar sozinha com vinte e poucos anos… Morei 5 anos numa casinha de vila na Vila Mariana. Com uma grande amiga e uma pit bull linda, Aloha. Meus pais não entendiam pra que e por que eu precisava sair de casa se tinha tudo na casa deles. Quase tudo. Me faltava liberdade pra chorar, paz de espírito para extravasar a alma. Era hora de crescer. Ela ainda morou comigo uns meses pra não me deixar na mão, até dar tempo de eu ver o que faria e para onde iria. Agora, mais leve, voltei a sair, beber, encontrar os amigos. E sempre, em algum momento, o céu me chama lá fora. No último domingo caiu uma tempestade na cidade. Fui fechar a janela ganhei de presente um belíssimo por do sol. Só pra me lembrar como a vida pode ser bela e triste. E aqui ainda nem tem porta retrato...
Escrito por Dani Mel
às 14h33 |
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“Vamos tomar uma breja dia desses?” Teve um outro que me convidou pra viajar, mas queria que eu pagasse as passagens. Até me deu o telefone do seu agente de viagens, olha só... Cheers!
Escrito por Dani Mel
às 23h14 |
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Você já pensou em enfiar uma faca em alguém? Em como deve ser a sensação de enfiar a faca em alguém? Eu já. E penso nisso até hoje... Naquela viagem nasceu a semente da minha amizade eterna com a minha irmã. Apesar de algumas brigas, vivemos juntas histórias memoráveis. Caímos da moto na Grécia, dormimos nos roofs (telhados a céu aberto) dos navios, comemos “space cake” em Amsterdam, ficamos muito loucas e achamos que íamos morrer, ficamos nos mais fuleiros albergues e conhecemos muita gente legal. Encerramos a viagem na Grécia, com um passe que nos dava direito a 5 ilhas em 2 semanas. Você pode imaginar o que era estar num lugar mágico como a Grécia com gente do mundo inteiro para 2 garotas de 18 e 20 anos?? Foi incrível, memorável...
Escrito por Dani Mel
às 01h20 |
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O que me encanta é a imperfeição. Dentes tortos, barriga de chopp, marcas no rosto, futebol com os amigos, tá tudo certo. Paguei e pago pra ver até hoje o que me encanta, o que instiga, o que me inspira. Um sorriso, uma declaração assumidamente esfarrapada, uma verdade no meio de tanta trapalhada. Eu acredito que sempre pode haver algo interessante em alguém. E quando eu acredito, vou lá ver. Às vezes me arrependo, mas na maioria das vezes não. É sempre uma história a mais, geralmente interessante e surreal. Aí eu ainda ouço que aqui no blog eu me exponho demais. Fiquei pensando sabe o quê? Que o traço em comum entre as pessoas que vieram me falar isso é que são todas come-quietas. TODAS. A real é que quem mais julga, mais apronta. Quem mais se faz de santo, mais faz merda. Respeito quem quer ficar na sua e se preservar, mas não venham dar de bons moços pra cima de mim. Tudo aqui é escrito com verdade, vontade e sentimento. Nada é escondido. Todo mundo passa por roubadas e faz cagada na vida. Escrevo porque sei que tem um monte de gente que se identifica. E não vou deixar de escrever. Não vou deixar de ser quem eu sou porque alguém ficou incomodado. Sério. Se você acredita que sou mais uma loira gostosa roqueira que tem um blog, sorry, tá muito longe de saber a verdade. Às vezes é preciso ultrapassar a barreira, bancar uma história.
Escrito por Dani Mel
às 20h08 |
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GOD GAVE ROCK AND ROLL TO YOU… O MELHOR show dos últimos tempos!!!!
Escrito por Dani Mel
às 10h10 |
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Você acha que o cara é amigo do seu amigo e vai te respeitar. Estão saindo de um bar. 3 da manhã. Você oferece uma carona. Ele está à pé, mora na esquina da sua casa e você simplesmente quer ser gentil. O cara se convida para ir beber algo na sua casa. Você diz que não, educadamente. Ele finge que não ouve e pergunta de novo se não tem algo alcoólico pra GENTE beber na MINHA casa. Digo que não, dessa vez firme, quase grossa. Ele ainda força a barra. Sério que ainda existe gente assim? Preguiiiiiiça..... Olhem só onde estarei amanhã!!!! http://www.trash80s.com.br/blog/2009/03/dani-mel-comandara-as-picapes-da-vo/
(entrevistando as Paquitas na Rede TV!)
Escrito por Dani Mel
às 13h14 |
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Por carência, me envolvi numa furada. Aí fui assistir “O Lutador” (The Wrestler) com o Mickey Rourke.
Escrito por Dani Mel
às 17h52 |
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A cabeça comanda. Tudo. Esses dias fui fazer uma endoscopia. A dor no estômago era forte. Mudando de assunto, terminei de ler “Comer, Rezar, Amar”, esse livro que já vendeu mais de 4 milhões no mundo, em que, resumindo muito, a protagonista sai pelo mundo numa viagem espiritual. Achei tãão chato...Arrastado, achei ela chata, falando horas sobre técnicas de meditação e sobre seu divórcio. Valeu a pena ter lido o livro, tem alguns momentos legais, lógico que dá vontade de sair viajando por aí...Mas no final, tipo nota 7. Gostei, mas não amei, não achei nada demais. Nem quis ficar amiga da protagonista... (geralmente isso acontece quando eu adoro uma história). Li também “A segunda vez que te conheci”, do Marcelo Rubens Paiva, que eu adoro, que resumindo muito também, conta a história de um jornalista que acaba virando cafetão. Ótimo. Mais do que a história, o legal do Marcelo é a linguagem, o jeito como ele escreve, objetivo, irônico, cru, engraçado. Foi por causa de um livro dele, “Feliz Ano Velho”que realmente comecei a gostar de ler. Adoro ele e o Marçal Aquino, que escreveu "Eu receberia as piores notícias dos teus lindos lábios", parece um roteiro de cinema pronto. Cinema: “O Curioso caso de Benjamim Button”, alguém já viu? Um filme que eu quase dormi : “Foi apenas um sonho”, com Kate Winslet e Leonardo di Caprio. Sabe filme para ator, com uma pretensão gigante de ser cool? Achei um saco. Os atores, ótimos, mas o filme chato. Muita DR (discussão de relacionamento). Se já é chato no dia a dia, imagina no cinema... Sugestões??
Brad 1
Brad 2 Escrito por Dani Mel
às 09h53 |
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2008 foi um ano de muitas sementes plantadas, experiências vividas, algumas realizações, porradas, frustrações, enganos, mas decididamente, um grande aprendizado. Passei a virada no Rio, apesar de muitos amigos queridos estarem em São Paulo. É que pra mim, é inconcebível não pisar na areia nem sentir o mar no ano novo. Preciso lavar a alma, deixar o mar levar embora a energia acumulada e zerar. O Rio continua lindo, mas estava muuuito cheio. Os fogos em Copacabana estavam bonitos, mas nada de muito especial. Muita gente, muitos gringos, malandros, bêbados, turistas, socialites. Uma energia muito misturada. A simpatia do carioca é diretamente proporcional à malandragem. Imaginem vocês que para deixar o carro num estacionamento qualquer de Copacabana na noite do reveillon, o preço era de 150 reais. Sem negociação. Sem noção... Depois de uma semana incrível com meu irmão, sobrinha e amigos num AP em Copacabana, resolvi ir com meu melhor amigo Joe para um albergue em Ipanema. Sim, um albergue em Ipanema, a uma quadra na praia. O lugar é lindo, uma casa ampla, uma delícia. Eu tinha me esquecido de como era um albergue... Quartos coletivos, super limpos, com gente roncando e chegando no meio da madrugada, fazendo barulho e acendendo a luz. OK, espírito esportivo, ou melhor, aventureiro. As pessoas que estavam ali, eram gringas na sua maioria: australianos, canadenses, ingleses, argentinos. Alguns bem legais, outros bem malas. Às vezes, era só descobrirem que eu era brasileira e falava inglês para pedir ajuda para comprar máquina fotográfica, dicas de turismo (que praias deveriam conhecer em Florianópolis ou Parati) ou perguntar o que pra fazer em São Paulo. O caso é que eu estava de férias. Queria ir do albergue para a praia e da praia para o albergue. Ler meus livros, ouvir música e pensar na vida, ou não pensar em nada. Sem interagir, ou interagir bem pouco, com quem realmente valesse a pena. E lá vinham eles interromper meus momentos de música e paz, se convidavam para sentar, e começavam a puxar conversa. Eu sei que numa viagem, ainda mais de mochila, o espírito é esse, mas acho que, cada vez menos, as pessoas não sabem ficar sozinhas. Ou não querem. Tem medo de se conhecer. Essa carência me assusta, e às vezes me irrita. Não quero ser um bicho do mato e não ter relação com as pessoas, mas eu acho que amizades acontecem, não se forçam. Lembro que na Índia, há uns 2 anos, viajei quase um mês sozinha porque simplesmente não conheci ninguém. E olha que ficava em lugares (albergues, guest houses) com gente do mundo inteiro. Mas não aconteceu de ficar amiga de alguém. Acho uma forçação chegar em alguém e falar “Oi, estou sozinha aqui, posso ficar com vocês?” Ora, se o universo não se encarregou de fazer você trombar em alguém enquanto esperava um trem para algum lugar, é por algum motivo. Se conheça, se vire, se cuide, se goste. Quando você menos esperar, e do jeito que você menos esperar, vai conhecer gente bacana. O que eu sinto às vezes é uma ansiedade acima do normal, uma pressa de ficar super amigo super rápido. Cria-se uma intimidade que não existe, é falsa. Incomoda. Tudo é muito superficial, um desperdício de energia. As pessoas podiam respeitar quando você não está afim de conversa, está com um fone no ouvido, por exemplo, ou lendo um livro. Chega um ponto que o desespero é tanto que nem isso elas respeitam. Interrompem sem ao menos sentir o que há do outro lado. Lógico que existem exceções, momentos, lugares, encontros. Mas os dois lados tem que estar abertos a isso. Aí acontece. E é incrível!!! Amizade, paixão, sintonia, verdade, vontade. A paz não está nos outros, está em você. FELIZ 2009!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Continua lindo.... Copacabana 2009 AMO!!! Bubú, Sé (sobrinha e irmão) e as rosas para o mar... No albergue: desacreditando nos trajes Momento de interação no albergue com Joe na praia Ê, vida mais ou menos.... FELIZ 2009!!!!!!!!!!!!!!! Amor, verdade e sintonia, sempre!!! Escrito por Dani Mel
às 19h57 |
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TEM SHOW NA SEXTAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Meus queridos, amores e amigos (e fãs, lóóógico.....hihihi!!!) O show não pode parar, com ou sem strip... É com o maior prazer do mundo que convido vocês para meu show "Ainda bem que eu não dei"- Acústico& Poético. Com as trilogias sobre "a arte de dar", as Mulheres verdes (Alface, Rúcula e Quiabo) e muuuitas histórias. É nessa sexta dia, dia 5 de dezembro, às 20:00hs, horário de Happy hour, no "Ao Vivo Music", em Moema. Vou adorar ver vocês lá!! Bjs, bjs
Escrito por Dani Mel
às 13h47 |
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Gente, esses dias tava dando um rolê pelo shopping e acabei entrando numa loja. De sapatos. A vendedora, numa daquelas atitudes que eu não suporto, já veio perguntando o meu nome. Eu tava tão sem forças de responder a altura (tipo não te interessa, não te conheço, pra quê isso?), que respondi o primeiro que me veio na cabeça:
"Ooiii, meu nome é Camila... E o seu??" Hahaha!!!!! Bjs!!! Escrito por Dani Mel
às 17h38 |
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Mais um TIM FESTIVAL acabou. Mais um ano trabalhei como intérprete. Mais uma vez foi bem legal. Reencontrei uma galera que eu adoro e só vejo uma vez por ano. Trabalhei com 2 bandas que eu nunca tinha ouvido falar: “Néon Néon” e “The National”. O que é sempre uma surpresa dessa vez foram duas, e incríveis. O mais triste é que, quando você começa a se apegar e conhecer um pouco melhor os gringos, eles tem que ir embora. Ficam os contatos, as boas lembranças e as histórias impagáveis. No show do Néon Néon, um gordinho careca com o cabelo comprido dos lados, que mais parecia técnico de som, foi a estrela da noite. Para ele eu ensinei “E aí galera, beleza?”, “Essa próxima música é sobre...” “Valeu, a gente ama vocês”. Ele falou tudo isso no microfone ainda atrás do palco, mas, quando entrou para cantar, no meio do show, incendiou a galera, pulou, dançou, fez graça, strip, se jogou no chão, super comédia. Tanto que o nome dele de Sean Tillman virou “Harmar Superstar”. Ele mesmo se chama assim. Eu devia imaginar que seria algo do tipo, pois, antes de entrar no palco ele me apareceu com a camiseta do Menudo!!! Eu desacreditei. Menudo, minha banda de adolescência, formação original: Ray, Roy, Charlie, Robby e Ricky (que veio antes do Rickinho, que virou Ricky Martin...). Tive que tirar uma foto...Ele ainda fez a maior graça com os caras do Klaxons no palco e nos camarins . Daí descobri de onde vem tanta intimidade. Ele e o vocal do Klaxons (Jamie Reynolds) têm uma outra banda junto com o Devendra Banhart. O som deve ser bem louco... Depois do show fomos todos até o bar do hotel (que já tinha fechado), tive que pedir com o maior jeito para os garçons abrirem de novo, e depois lá foram eles para o bar do Genésio, em plena Vila Madalena, onde ficaram bebendo até às 5 da madruga. Entre os shows do Néon Néon e dos Klaxons rolou a maior chuva e demorou muito para trocarem os instrumentos do palco, tipo meia hora, 45 minutos. Sabe que eu quase fui lá cantar “Que merda que eu dei?” para entreter a galera? Será que aquele povo moderno ia jogar tomate na minha cara? Juro que, se me dessem o aval, eu ia, ainda mais depois dos últimos shows. Vou sem medo. Eu tava pronta. Depois que o Néon Néon foi embora para o Rio, fui receber os caras do National, começar tudo de novo...Também foram super tranqüilos. Aliás, na minha opinião, fizeram o melhor show do Festival. Inclusive teve um momento que me deixou muito feliz. Eu estava no palco assistindo o show e vi uma garota na primeira fila querendo desesperadamente entregar alguma coisa para o Matt (Berninger), o vocalista. Ele pegou um caderno da mão dela e deixou largado no chão, parecia não entender muito bem o que ela queria. Pô, e ela só queria um autógrafo... E eu lá, entendendo tudo e não podendo fazer nada. Fui até o camarim e peguei uma caneta. Mas e aí? Invadir o palco é que não ia rolar... Fiquei ali vendo se ele olhava para a coxia e nada...Aí teve um momento que rolou uma brecha. Assim que terminou o show, antes da banda voltar para o bis, eles saíram por 1 minuto do palco. Tinha que ser naquela hora. Fui falar com o Matt, ele estava todo suado, ainda em êxtase por causa do show. Falei do caderno, da garota, ele achava que era um presente para ele. “Não”, eu disse, “ela só quer que vc assine e devolva”. E foi o que ele fez. Esse ano o Festival foi no meio do Parque Ibirapuera, o que fez toda a diferença. O astral ficou muito bom... Com as árvores no meio da pista... Galera querida, cansada e feliz : Helena, Hermes, Dani e eu Harmar Superstar, do Neon Neon, e a camiseta do MENUDOOO!!! Mr Superstar (olha as luvas douradas, quase peguei pra mim!!) com os gatinhos do Klaxons Showtime/backstage Cansados e felizes 2 : Bárbara, eu e Camilo Nunca beba junto com seu artista, enquanto você está trabalhando... Eu, Dawn (tour manager) e Matt (vocal do "The National", o cara do caderno!) Juro que foi só um golinho.... Olha a minha cara sem naipe... Só um golinho... Vai mais gelo aí, Matt?? Esse é o Padma, um cara genial que toca violino e teclado no "The National". Parece louco, mas é um doce... Até o próximoooo!!!!! Escrito por Dani Mel
às 09h52 |
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FOTOS SHOW NA MATA 17/10 MULHER ALFACE SEM NAIPE... NOTA ZERO PRA VOCÊ!!!! Coitadinho do cara... que um dia for te comer!!! Ainda bem que eu dei... Tudo lindo, tudo zén... Só uma pergunta: "Foi bom pra você também?"......... Beijos, beijos, até o próximo!!!! (FOTOS : MARCIA LOURENÇO) Estou numa correria insana trabalhando como intérprete no "Tim Festival" aqui em São Paulo. Semana que vem escrevo com calma. Termino com uma frase de William Shakespeare: “Se não for agora, está por vir. Se não estiver por vir, de qualquer forma um dia virá. Estar preparado é tudo.” E tudo na vida é experiência, aprendizado. Que a força esteja com vocês!!! Bjs
Escrito por Dani Mel
às 21h08 |
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CONVITE PARA O SHOW DE SEXTA!!!!!
FOTOS DO SHOW DO DIA 17!!! Beijos a quem foi e a todos que estiveram presentes em pensamento e energiaaa!!!
Helena e Joe: forever!! Escrito por Dani Mel
às 10h38 |